quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Em sua reestreia, Felipão amarga derrota

Depois de 11 anos, o técnico brasileiro Felipão reestreia na seleção contra a Inglaterra, no estádio de Wembley, em Londres. Dentre os maiores, a Inglaterra detém o maior jejum contra a equipe nacional. Não vence o Brasil desde 1990, quando fez 1x0. Aliás, não vencia. Porque nesta tarde de quarta-feira, o time inglês começou ganhando, cedeu o empate, mas acabou liquidando a partida por 2x1.  

O jogo começou bem calmo, sem nenhum lance que pudesse fazer com que uma das equipes abrisse o placar. O único lance no início, que colocou o goleiro Júlio Cesar para trabalhar, foi em uma cabeçada de Rooney, mas já não valia nada, porque o juiz assinalava falta de ataque.

 Foi assim, bem equilibrado. O Brasil teve a oportunidade de abrir o placar aos 14 minutos, numa cobrança de pênalti, mas foi desperdiçada por Ronaldinho Gaúcho, muito abaixo da média, e sem ritmo de jogo por conta das férias. Assim, a Inglaterra não perdoou aos 25 minutos, quando no rebote após chute de Walcott, Rooney, oportunista, mandou pras redes.

Para o segundo tempo, Luiz Felipe Scolari, mudou o time. Colocou Arouca, Lucas e Fred, nos lugares de Ramires, Ronaldinho Gaúcho e Luis Fabiano. Melhorando muito. A seleção brasileira chegou a ter mais velocidade e logo aos 2 minutos, Lucas roubou a bola, após falha do zagueiro Cahill, e Fred chutou com categoria para fazer o empate.

Logo após o gol, aos 4 minutos, Fred finaliza novamente, mas dessa vez a bola para no travessão. Aos poucos, porém, o Brasil foi perdendo a sagacidade, e a equipe Inglesa foi crescendo no jogo. Tanto é que, aos 14 minutos, após vacilo do volante Arouca, Lampard pegou rebote na entrada da área, levando a vitória inglesa.

A reestreia do Felipão foi amargada por uma derrota. Início de caminhada que ainda terá muitos obstáculos pela frente. Para isso precisará de muitos treinos, conversas e ajustes. Só falta um ano para a Copa do Mundo começar, e não poderemos de forma alguma fazer feio, nesta reta final. Mãos a obra, Felipão. 

(Foto: Adrian Dennis/AFP)

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